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Campus discute nova sistemática de avaliação do Instituto

Dividida em três momentos, formação de servidores teve como base resolução (Nº 114/2029) do Conselho Superior que trata dos processos avaliativos no Instituto
  • Assessoria de Comunicação
  • publicado 13/04/2020 11h16
  • última modificação 13/04/2020 11h30

A primeira formação pedagógica do ano aconteceu no campus do IFMA em Viana, região da Baixada Maranhense, abordando a nova sistemática de avaliação do Instituto, instituída por resolução (Nº 114/2019) do Conselho Superior (CONSUP). No dia 11 de março (quarta-feira), a servidora e pedagoga Márcia Andréa Santos (Campus Alcântara) foi convidada para tratar do tema. Integrante da comissão central do Grupo de Estudo que construiu a referida resolução, a palestrante pôde na ocasião esclarecer muitas dúvidas sobre a nova forma de avaliação no IFMA.

Dividida em três momentos, a formação iniciou com a apresentação de conceitos e pressupostos teórico-metodológicos da avaliação, os tipos de avaliação. Márcia Santos explanou sobre a avaliação somativa e formativa, quantitativa/qualitativa, seus objetivos e finalidades para o processo de aprendizagem. Baseada nos documentos legais que norteiam a política institucional sobre os pressupostos de aprendizagem no IFMA, a pedagoga destacou quais concepções devem nortear a avaliação na Instituição. Também apontou que a avaliação, compreendida como um processo contínuo, mediado, cumulativo, abrangente e sistemático, deve pautar-se em critérios claros, bem definidos, com instrumentos diversificados, selecionados de forma a estimular a aprendizagem do aluno, não devendo ser entendida como um momento de punição ou acerto de contas.

No segundo momento, a palestrante relatou como se deu processo de construção da resolução e as dificuldades encontradas. Para Márcia Santos, um dos maiores desafios foi elaborar um documento que pudesse contemplar ao máximo a diversidade educacional existente na Rede Federal de ensino, e especificamente no IFMA. Ao apresentar o texto da Lei, ela discutiu os principais pontos de dúvidas da resolução, e destacou alguns avanços em relação ao documento anterior, como a possiblidade de maior participação da equipe multiprofissional na avaliação e no registro sobre o desempenho de alunos com necessidades educacionais específicas (NEE) no sistema acadêmico, ressaltou também os critérios mais claros e definidos sobre retenção e reprovação, a obrigatoriedade de recuperação paralela entre etapas, a inserção de média ponderada, a obrigatoriedade do uso de no mínimo três instrumentos avaliativos diferentes em cada etapa, maior atuação dada às instancias colegiadas, como os conselhos de classe entre outros.

No momento final da formação, a palestrante realizou a oficina “Práticas para avaliação da aprendizagem”. Os participantes foram divididos em grupos e utilizaram alguns instrumentos avaliativos, como mapa conceitual, autoavaliação, prova escrita, e seminário. Cada grupo teve que elaborar um roteiro de avaliação, com seus critérios, a qual foi em seguida aplicada a um colega do outro grupo. Ao final, cada “aluno” avaliado relatou sua visão da avaliação, dos critérios, da forma, do conteúdo, entre outros. O objetivo final da formação foi a reflexão sobre as práticas de avaliação existentes no Instituto, as concepções que norteiam essa prática e a finalidade da avaliação como um processo de construção do conhecimento.

O encontro de formação ocorreu antes da suspensão de atividades no Instituto, como parta das medidas adotadas pela instituição para prevenção e combate ao Covid-19.

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